10 principais erros no trabalho em equipe


Fazer fofoca de colegas ausentes

"Falar dos outros é sempre delicado. Portanto, se você tem algo a dizer para seu colega diga diretamente a ele. Desta forma, evita que o comentário seja mal interpretado e retransmitido por outros funcionários. Ao fazer uma crítica diretamente ao colega em questão você evita que seu comentário chegue distorcido aos ouvidos dele, o que pode gerar conflitos. Além disso, falar pelas costas e comentar sobre a vida alheia é uma atitude mal vista".


Rejeitar o trabalho em equipe

"Hoje, independentemente de seu cargo, é preciso saber trabalhar em equipe, já que bons resultados dificilmente nascem de ações individuais. No ambiente corporativo, uns dependem dos outros. Se o funcionário não estiver disposto a colaborar com os colegas, certamente será um elo quebrado. Com isso, o grupo/equipe não chegará ao resultado desejado. Ser resistente ao trabalho em equipe é um revés grave. Sem essa abertura, dificilmente o colaborador conseguirá obter sucesso".


Ser antipático (a)

"A empatia é muito útil no ambiente de trabalho. Você deve ser leal, cortês, amigo e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os outros são atitudes que demonstram educação e respeito pelos demais. O fato do trabalho exigir concentração do colaborador não significa que ele não possa ser cordial e abrir um espaço na agenda para ajudar os companheiros de equipe".


Deixar conflitos pendentes

"Conflitos acumulados podem se agravar. Qualquer tipo de problema referente ao trabalho, dúvida sobre decisões, responsabilidades que não foram bem entendidas, alguém que ficou magoado com outro por algum motivo, enfim, qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente. O funcionário deve conversar para resolver o assunto, caso contrário, isso poderá gerar antipatia, fofoca com outros colaboradores e um clima péssimo para toda a equipe".


Ficar de cara fechada

"Ter um companheiro de equipe com bom humor anima o ambiente de trabalho, enquanto que topar um colega mal-humorado causa desconforto do início ao fim do expediente. Esta postura gera desgastes desnecessários, pois além de deixar toda uma equipe desmotivada ainda atrapalha a produtividade. Pessoas mal-humoradas geralmente não toleram brincadeiras. Com isso, automaticamente são excluídas da equipe, o que não é saudável. Por essa razão, manter o bom humor no trabalho é fundamental para cultivar bons relacionamentos".


Deixar de cultivar relacionamentos

"Os melhores empregos não estão nos jornais e nem nos classificados. A partir do seu relacionamento interpessoal no trabalho é que conseguirá construir uma rede de contatos (networking) que servirá, no futuro, para encaminhá-lo às melhores oportunidades. ? importante mostrar dinamismo, ser cooperativo no trabalho e nunca fechar as portas pelos lugares onde passar".

Sheila Madrid Saad - professora de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie.


Não ouvir os colegas

"? importante escutar a todos, mesmo aqueles que têm menos experiência. Isso estimula a participação e a receptividade de novas idéias e soluções. Questionar com um ar de superioridade as opiniões colocadas numa reunião não só intimida quem está expondo a idéia, como passa uma imagem de que você é hostil. ? necessário refletir sobre o que está sendo dito, não apenas ouvir e descartar a idéia de antemão por considerá-la inútil".



Não respeitar a diversidade

"Todas as diferenças devem ser respeitadas entre os membros de uma equipe. Não é aceitável na nossa sociedade alguém que não queira contato com outro indivíduo apenas por ele ser diferente. Ao passo que o funcionário aceita a diversidade, ele amplia as possibilidades de atuação, seja dentro da organização ou com um novo cliente. Além disso, o respeito e o tratamento justo são valores do mundo globalizado que deveriam estar no DNA de todos. Sem eles, o colaborador atrapalha o relacionamento das equipes, invade limites dos colegas e a natureza do outro".

Nelci Maria de Mello - gerente de recrutamento e seleção da empresa Dupont - companhia científica, com atuação no setor químico.


Apontar o erro do outro

"A perfeição não é virtude de ninguém. Antes de apontar o erro do outro, deve-se analisar a sua própria conduta e sua responsabilidade para o insucesso de um trabalho ou projeto. ? melhor ajudar a solucionar um problema do que criar outro maior em cima de algo que já deu errado. Lembre-se: errar é humano e o julgamento não cabe no ambiente de trabalho. No futuro, o erro apontado pode ser o seu".



Ficar nervoso (a) com a equipe

"Atritos são inevitáveis no ambiente de trabalho, mas a empatia deve ser colocada em prática nos momentos de tensão entre a equipe para evitar que o problema chegue ao gestor e se torne ainda pior. Cada um tem um tipo de aprendizagem e um ritmo de trabalho, o que não quer dizer que a qualidade da atividade seja melhor ou pior que a sua. O respeito e a maturidade profissional devem falar mais alto do que o nervosismo. Equilíbrio emocional e uma conduta educada são importantes tanto para a empresa como para o profissional".




Fonte: Universia Brasil

CCEA - Centro Cultural escrava Anastácia

Olá pessoal! Tempinho que não escrevo. Vim aqui falar um pouquinho sobre um trabalho de um grupo de uma comunidade que deu origem ao Centro Cultural Escrava Anastácia. Conheço um pouco sobre seus projetos, inclusive escrevi em: (http://cantinhoday.blogspot.com/2010/07/inauguracao-da-casa-de-acolhida-darcy.html) sobre uma visita que fiz na Casa Acolhida Darcy Vitória de Brito, que é um projeto que acolhe crianças e adolescentes em situações de risco.

Quero recomendar o site para quem deseja conhecer um pouco deste sério projeto que visa a inclusão social através da educação e incentivo à empregabilidade gerando oportunidades: http://www.ccea.org.br/blog/#



Produtividade: dá para conciliar trabalho e estudos?

A maioria das pessoas tem o primeiro contato com a real necessidade de administrar o tempo e suas atividades, de maneira mais efetiva e rigorosa, ao conquistar o primeiro emprego e, ao mesmo tempo, iniciar em um curso de graduação – alguns alunos lidam com isso ainda no ensino médio. É nessa fase que o número de tarefas aumenta e que muitos alunos pensam em desistir do primeiro estágio, para dedicarem tempo somente aos estudos. Não é fácil, mas é possível ter tempo para trabalho e estudos, e abdicar do trabalho pode não ser uma boa alternativa logo de começo.

Primeiro porque, ao terminar o curso, vai ser mais difícil achar vaga para profissionais que não tiveram nenhuma experiência de estágio ou qualquer tipo de vivência prévia. Segundo, quem deixa de trabalhar, acaba tendo a tendência de abusar de atividades circunstanciais (afinal, você não estuda todos os dias, não é verdade?) como as redes sociais, passeios com a mãe, baladas fora de hora, etc. E terceiro: não adianta deixar para depois, mais cedo ou mais tarde você terá de aprender a se organizar e ser mais produtivo em menos tempo, do contrário, esqueça a ideia de ser um profissional de resultados no mercado de trabalho.

Sabendo disso, não enlouqueça! Existem métodos de planejamento que ajudam a lidar com o volume de tarefas e auxiliam você a manter o equilíbrio. Veja cinco passes básicos para que trabalho e estudos entrem em harmonia:

1- Escreva suas atividades: não deixe nada na cabeça, registre o que tem para fazer em uma agenda, caderno, celular ou um software de planejamento. Se você não anota, fica impossível de planejar e logo de arrumar tempo! A dica é ter apenas um lugar para registrar, ou você vai se perder! Registre tudo, da vida, escola, trabalhos, TCC e outras atividades que precisam ser realizadas no trabalho;

2- Trace seu planejamento: com todas as atividades em mãos (tente conseguir o máximo que puder de um semestre), passe para o seu método de anotações todas as tarefas, distribuindo-as com a antecedência de ao menos três dias do termino do prazo. Isso lhe dará mais mobilidade no dia a dia, fazendo com que cumpra tudo no prazo e ainda ganhe um tempo para descansar ou adiantar novas tarefas;

3- Cuidado com as urgências: atividades urgentes são aquelas que não estavam programadas para acontecerem, e o tempo para realizá-las está curto, ou já acabou. São as atividades que chegam em cima da hora, que não podem ser previstas, mas que geralmente causam estresse. Para evitá-las, reserve de 30 minutos a 1 hora do seu dia para esses imprevistos. Não esqueça de colocar tempo nas suas anotações!

4- Evite as atividades circunstanciais: sabe aquela atividade que, se você não tivesse perdido seu tempo com ela, não faria a menor diferença? Essas são as tarefas circunstanciais, aquelas que nos fazem perder tempo a toa, como navegar por horas na internet sem propósito. Lute contra elas! Dica: a noite, ao chegar em casa, vá direto para o banho e comece a se preparar para o próximo dia. Evite deitar no sofá para assistir TV – com o cansaço e a preguiça, certamente você passará horas em frente a TV e irá dormir mais tarde do que realmente precisa, sem ter produzido nada neste período, nem ter descansado;

5- Foco! Mas nenhuma dessas dicas pode ser realmente eficaz se você não tiver definido de maneira clara quais são os seus objetivos (ex. conquistar determina vaga dentro da empresa, ou terminar no menor tempo possível o curso, para iniciar outro). Além disso, é de extrema importância que você esteja 100% focado em conquistar esses objetivos, o que significa que, algumas vezes, a preguiça pode até aparecer, mas você terá de ser mais forte e seguir com o seu planejamento.

Preparado para iniciar sua vida profissional e acadêmica de uma maneira mais produtiva? Foco nos estudos e objetivo claro no trabalho, essas são as peças chaves para conciliar ambas as atividades de maneira equilibrada e sem estresse.


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Saiba as competências que as empresas esperam dos profissionais aos 20, 30 e 40

Já é de domínio da maior parte das pessoas que, atualmente, as competências e o comportamento dos trabalhadores são mais importantes para as empresas do que os conhecimentos técnicos adquiridos.

Contudo, de acordo com a gerente técnica da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Pérola Lucente, as expectativas das empresas mudam conforme a idade do profissional. Assim, veja abaixo o que é esperado de quem tem 20, 30, ou mais de 40 anos.

20 anos
Segundo Pérola, as empresas tendem a ser mais tolerantes com quem está iniciando a carreira, sobretudo no que diz respeito à ansiedade e impulsividade. Apesar disso, alerta, atitudes como falta de cordialidade e impaciência exacerbada não são bem vistas nas corporações.

Dentre os requisitos esperados destes jovens profissionais, a gerente destaca a flexibilidade, disciplina, energia, vontade de aprender, além da criatividade.

“Nesta fase, espera-se que o profissional saiba, por exemplo, trabalhar em equipe e que tenha boa formação, não só cultural, como educacional”, adverte.

30 anos
Quando o profissional chega na casa dos 30 anos, as empresas esperam que possam atuar no operacional, mas que também tenham equilíbrio e bom senso para a gestão.

Aqui, liderança, intermediação de conflitos, persuasão e iniciativa são características apreciadas, sendo que este é um bom momento para o profissional reforçar a formação acadêmica, cursando uma pós-graduação ou um MBA.

“A pessoa tem que saber dosar a pressão, visto que, provavelmente, ela estará ocupando cargos de média chefia. Além disso, é importante ter mais energia, responsabilidade, foco em resultado e equilíbrio”, explica Pérola.

40 anos
Por fim, dos profissionais com 40 anos ou mais, explica a especialista, as companhias esperam maior controle emocional, não havendo mais decisões por impulso, por exemplo.

Boa visão de negócios, de planejamento, liderança consolidada e desenvolvimento de pessoas são outros atributos desejados, sendo que aos 40 anos ou mais os profissionais não devem ser agressivos, nem autoritários.

“Um profissional maduro deve abandonar as questões operacionais e atuar de forma estratégica, funcionando como um porto seguro para a equipe”, finaliza Pérola.

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O que mais irrita no ambiente de trabalho

Um levantamento realizado pela Linkedin revelou que a fofoca é o que mais irrita os profissionais brasileiros no ambiente de trabalho. A resposta foi apontada por 83%, enquanto a média global era de 62%.

Os profissionais do Brasil disseram também que o uso de roupas inadequadas, como saias curtas e blusas decotadas, é algo que incomoda. Entre as mulheres, o indicador foi de 76%, enquanto dos homens foi de 44%.

Outro fato indicado pelos brasileiros foi a quantidade de ligações pessoais que os profissionais recebem no horário do expediente. Vale destacar que os responsáveis por definir eventuais contratações ficam muito mais irritados com estes funcionários do que os líderes que não têm sob sua responsabilidade a escolha de novos talentos para a empresa.

No mundo
Ao analisar os dados globais, é possível destacar cinco fatores que irritam os profissionais. Em primeiro lugar, estão as pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões, seguidas por quem reclama em excesso e áreas comuns sujas.

Além disso, foram citados reuniões muito longas ou tardias e profissionais que não respondem os e-mails.

Entre os países, nota-se que as situações que mais irritam os profissionais são diferentes. Nos Estados Unidos, as pessoas detestam constatar que alguém pegou a sua comida na geladeira da empresa. Já na Alemanha, os profissionais ficam muito incomodados com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo no escritório, como aparelho de micro-ondas e refrigerador.

Na Índia, os trabalhadores odeiam ouvir os constantes toques de telefones celulares dos colegas, enquanto os japoneses são os que mais detestem ser motivo de piada dentro da empresa.

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Feminismo Antinatural?


Após 'séculos' de luta pela igualdade entre sexos, muitas mulheres hoje afirmam viver num período de direitos iguais. A mulher então, deixou de ser apenas a 'dona de casa' e passou a ter voz ativa nas questões políticas, ingressar nas universidades e mercado de trabalho exercendo inclusive cargos de chefia e predominantemente ocupados por homens.

Sim, todos somos seres humanos com basicamente as mesmas necessidades, porém, há de se admitir que homens e mulheres são diferentes, ou não seriam homens e mulheres, seríamos "criados" todos como homens ou mulheres, negar isso é extremismo. Me desculpem as mulheres, mas acredito que esta busca pela igualdade em todos os aspectos entre homens e mulheres é antinatural. Sim, hoje estamos aí concorrendo com homens de 'igual pra igual' (literalmente entre aspas), somos independentes, inventoras, pesquisadoras, professoras, diretoras, somos estudantes, estamos nos movimentos, na política e de repente se ouve "Mããããeeeee!" (opa, é o filho chamando), sim! Também somos mães, também somos esposas e sim , temos que ser/estar sempre lindas. Pois é, novas atribuições e com elas as antigas.

A mulher puxou pra si várias responsabilidades que esta penando para adaptar as tradicionais. Sinceramente, não sei o que é o natural, se existe uma ordem das coisas desde o princípio, quem pode dizer o que deveria ser diferente? E ainda alegar isso como o natural? Não estou aqui defendo os séculos de tirania masculina, mas confesso que o extremismo feminista me incomoda, pois estamos assumindo tantas coisas ao mesmo tempo, que não temos mais tempo pra nada. Também faço parte desse grupo (então é quase que uma auto-indignação), mas admito que cansa, pois em muitas situações prefiro ser encarada como "a diferente" tentando fugir dos padrões estabelecidos pela sociedade onde a mulher é tida como um rótulo, (nem entrarei no assunto consumismo pelo ideal aqui). Tive que abrir mão de algumas vaidades para entrar no espaço dos ‘pensantes’, me tornei um pouco dura e direta com algumas situações, principalmente aquelas relacionadas a sentimentos (sim, por natureza da mulher é mais sentimental que o homem!) e assim vou vivendo e percebendo que mais cedo ou mais tarde se escolhe um lado. Parabenizo a mulher que consegue manter o equilíbrio, mas ainda penso que há de se pender pra um dos lados. E ainda não descobri qual deles é o natural.


Dayanne Louise

Acadêmica do curso de Administração